sexta-feira, 15 de novembro de 2013

terça-feira, 12 de novembro de 2013

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

domingo, 22 de setembro de 2013

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Antes ler...

Ir atrás dela? Não!
Prefiro comer a maçã ...e ler!

 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Sol amigo...


Quando o Sol Está a Brilhar, de José Fanha, com ilustração de Carla Nazareth

Porque o Verão já chegou e as crianças adoram a praia, Quando o Sol Está a Brilhar ajuda-as a ter um comportamento responsável num lugar que, se é saudável, também apresenta riscos. Como o escaldão que as duas crianças protagonistas desta história apanharam: 

A Joana e o João
com a pele avermelhada
e a doer e magoada

e a gemer arrepelada
já só sabiam gritar
e ranger
e chiar e chorar:
ai ai ai a minha pele
isto não é brincadeira
mais parece uma salsicha
a fritar na frigideira.



Uma obra para miúdos e graúdos gozarem a praia de forma saudável!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A minha primeira viagem

A minha primeira viagem
de Paloma Sánchez Ibarzábal e Massimiliano di Lauro

Viajo feliz dentro desta nave.
TUM-TUM… TUM-TUM.
É o som dos motores.
Não tenho bússola nem mapas para me guiar.
Um dia abri os olhos e estava aqui,
em viagem para algum lugar.
Como cheguei eu até à minha cápsula? Não me lembro…
Para onde vou? Não sei…

A minha primeira viagem é a história do começo da vida humana narrada na primeira pessoa pelo protagonista: um bebé no ventre materno. Um bebé que viaja dentro do que ele perceciona como sendo uma cápsula na qual percorre um universo desconhecido. Sabe que iniciou uma viagem mas não sabe para onde. Dentro dessa nave, o bater do coração da mãe, que ele interpreta como sendo o som de motores, dá-lhe segurança.

Através de uma linguagem onírica e poética, o leitor vai acompanhando o bebé e fazendo sua essa viagem de transformação, de busca da sua própria identidade: “Não sou pássaro. Não sou peixe. Não sei muito bem o que sou”, percecionando com ele a interpretação de um mundo que não vê, que só lhe chega através “de um rio que o banha nas suas histórias”.