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segunda-feira, 18 de maio de 2020

Plano E@D das Bibliotecas Escolares do AGML

Foi aprovado em Conselho Pedagógico o Plano de Ensino@Distância das Bibliotecas do nosso agrupamento escolar:


 



O Ministro da Educação visitou a ESSM

Tiago Brandão Rodrigues, Ministro da Educação, visitou esta manhã a Escola Secundária de Santa Maria, para verificar como se processa o regresso às aulas presenciais dos alunos do 11º e do 12º ano.

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Biblioteca Escolar Digital RBE

A 13 de março de 2020 anunciou-se a suspensão das aulas presenciais como forma de contenção da pandemia de COVID-19.
Consciente do papel decisivo das tecnologias digitais e de trabalho à distância, fundamental durante esse período de confinamento, a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) sugeriu, de imediato, às bibliotecas que aperfeiçoassem a sua presença em linha, tornando-a o mais estruturada e eficaz possível.

biblioteca covid 
No site do AGML, professores, alunos e encarregados de educação encontram o acesso a este banco de recursos.

segunda-feira, 30 de março de 2020

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Navegar em segurança


É urgente informar e actuar!

“Riscos” e “benefícios” são faces de uma mesma moeda. Sempre assim foi, já que dificilmente poderemos ter uns sem os outros. Hoje, a segurança dos internautas em geral, mas sobretudo das crianças e dos jovens, mobiliza a atenção da sociedade, implicando de forma mais directa as famílias e as escolas. Com efeito, ao estímulo para a utilização das novas tecnologias terá de juntar-se a informação não só sobre as suas potencialidades, mas também sobre os riscos que lhe estão associados. Não se trata de desencorajar, mas sim de promover hábitos de segurança através de regras elementares.
Em 1999 (e atente-se na evolução registada desde então, no que respeita a novas ferramentas e a número de utilizadores), no relatório final de um programa piloto financiado pela Comissão Europeia em 1999, no âmbito do seu Plano de Acção Para a Utilização Segura da Internet, as preocupações com os perigos associados à utilização da Internet por crianças e jovens eram, à altura, designados de Os três C’s, por se reportarem a conteúdos impróprios, contactos suspeitos e comércio abusivo.
Decorridos quase dez anos, há que falar de comportamentos irresponsáveis e/ou compulsivos (redução da sociabilidade, redução do aproveitamento escolar, dependência até) e de copyright (violação dos direitos de autor).
Como actuar? Conseguiremos fazer uma análise desapaixonada e objectiva desta situação? Conseguiremos ser sensatos de forma a que o reforço das precauções não se traduza numa utilização em ambientes menos controlados? Mais um desafio a exigir concertação entre pais e educadores!